A Igreja de África, fermento de unidade

Maio 3, 2019
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Para que, através do empenho dos próprios membros, a Igreja em África seja fermento de unidade entre os povos, sinal de esperança para este continente.

Tive a graça de aprender com os africanos com quem vivi em Moçambique, o espanto da sua natural universalidade do divino. Cheguei a estar em missas que tinham tantos (ou mais) muçulmanos que cristãos, apenas porque se assinalava algo importante para a comunidade, como a abertura de uma pequena escola. Era indiferente que nome dávamos a Deus e como O seguíamos, a fé era inata, podia rezar-se em qualquer lugar religioso, de qualquer culto. Não se vive tanto em situações altamente demarcadas como na Europa, pelo menos. Se a Igreja africana conseguisse dar este testemunho dentro do continente e até para fora dele, seria mais uma graça da riqueza desta realidade eclesial.

Mas rezar pela Igreja em África é também rezar por todos os desafios que existem nesta terra-mãe da humanidade, para que possa ser a Igreja testemunha do Jesus-Bom Samaritano que se aproxima e cuida das feridas de todos, sem exceção, e também testemunha do Jesus-Amigo de Zaqueu que une realidades antes desavindas.

Andreia Carvalho (Colaboradora da Rede Mundial de Oração do Papa – Portugal)

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